Paraty me ensinou o que é amor.
Eu fiquei pensando sobre como iria iniciar esse texto há algumas boas horas. Prefiro começar explicando onde encontrei essa ideia, a cena é a seguinte: Entro na Casa de Cultura de Paraty para uma apresentação de um grupo de música (uma banda da graduação da UFRJ). Assim que piso na sala, riqueza, vestimenta e tudo o que há de bom, não para mim. Eram comidas, sobrenomes, roupas de marca e peles brancas. Naquele momento tinha um grande problema, minha roupa. Não porque minha roupa era feia, exatamente, mas porque eu não tinha tomado banho. O dia foi extremamente longo, cansativo e a pousada era muito longe, por isso não tive como. O lugar EXALAVA perfume e cada peça de roupa de cada pele branca era consistentemente melhor que a última. Naquele momento eu tive um lapso, um lapso de tristeza, solidão, descontentamento, desorientação e quaisquer outros adjetivos de cunho negativo que você possa pensar. E talvez você possa estar simplesmente estranhando minha reação, o que seria completament...